Review Sessão da Tarde - Hackers: Piratas de Computador (1995)

Esse texto foi originalmente publicado em 04/04/2018 no Quest da Vez.

Olha essa capa! *-*

Se você viveu a década de 90, ou inicio dos anos 2000 e estudava de manhã você provavelmente passava as tarde ociosas jogando vídeo game e esperando pra ver o filme que iria passar na saudosa Sessão da Tarde e é claro que você torcia pra ser a milésima reprise de clássicos como "Te pego lá fora", "Curtindo a vida adoidado", "Skate: Na pista da morte" ou do meu favorito "Hackers: Piratas de Computador" e é sobre ele que a gente conversa hoje, mas antes de mais nada, você já visitou a piscina no telhado? :D

Olha essa turma! Vai falar que você não confiaria neles...rs

Bom, Hackers é um filme de 1995, onde Dade Murphy, codinome Zero Cool, que é interpretado por Jonny Lee Miller (Sim, o Sherlock de Elementary O_O) com apenas 11 já é um hackerzão da porra e da um jeito de derrubar 1500 máquinas e acabar com Wall Street, claro que a criança é pega e proibida de usar computadores até seus 18 anos, e ai, o bãbãbã volta, agora com o codinome sensacional de Crash Override e conhece uma turminha do barulho pra aprontar todas. Nessa turminha temos figuras como Cereal Killer, Phanton Phreak e nossa "mocinha" Acid Burn, também conhecida como Angelina Jolie, pois é, o que essa galera não esperava era trombar com um agente federal louco para acabar com a vida dos Hackers e com um vilão com um plano maluco pra ficar rico e botar a culpa neles. Junte isso a PCs antigos technobabble e um visual extremamente força para parecer o mais cool possivel e você tem um filme FODA!

Olha o QG do vilão!

Sim, não pense que eu não gosto desse filme, muito pelo contrário, eu acho ele MARAVILHOSO e assisto pelo menos uma vez por ano, acredito fortemente que esse filme é responsável por eu ter seguido carreira em TI e gostar tanto de tecnologia. Apesar de maluco e bem datado, o filme mesmo sendo de 1995 já expõe bem a cultura hacker, mostrando que a galera só quer saber de conhecer as paradas a fundo e invadem pelo prazer de falar "Eu consegui!", além disso algumas das abstrações presentes no filme podem ser usadas até hoje pra explicar um pouco melhor o que raios a gente faz em TI e não tem como dizer que ele não influenciou muito e muitos, jogos como Watch Dogs 2 tem MUITO da pegada desse filme (o que fez esse fã aqui ficar louco pra jogar esse game).

My crime is that of curiosity. I am a hacker, and this is my manifesto. You may stop me, but you can’t stop us all.

O filme trata sobre amizade, sobre ser aceito em um grupo, sobre amar algo que as pessoas julgam errado (alô gamers e RPGistas...rs), sobre ter um estilo próprio, sobre não se levar a sério mas querer que os outros te levem a sério, o filme é um clássico da Sessão da Tarde, mas com essa temática Hacker, enfim HACK THE PLANET! Ok, ok, estou mais calmo agora! Enfim, o filme é massa, vale a pena ser assistido e eu não sou o único que ainda amo esse filme (não, não sou mesmo, eu juro olha aqui!) e mesmo datado diverte e entretém até hoje sem problemas, na verdade ele faz isso muito melhor do que muitos filmes que são lançados hoje em dia. Infelizmente a Netflix Brasil não tem mais ele em catálogo, mas a gente pode encher o saco dela nas redes sociais e clamar pelo retorno desse que merece ser sempre lembrado como o clássico que é, bom, pelo menos vai ser lembrado assim por mim e vai ter sempre um lugarzinho de honra por ter me mostrado esse mundo maravilhoso e sofrido da Tecnologia da Informação.

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