Esse texto foi originalmente publicado em 11/03/2011 no Out of Space.
Opa, como assim? Um preview de um jogo que já foi lançado? Pois é, estamos fazendo um preview de Bulletstorm pois só podemos nos basear na demo para escrever esse "review", pretendemos trazer previews mais "fresquinhos" (leia-se os mais novos demos da PSN) nas próximas, mas mesmo já sendo um jogo lançado, não tinha como não falar dele, o por que? Você vai descobrir mais abaixo.
Bulletstorm é o FPS (First Person Shooter) que foi feito em uma parceria entre a People can Fly, a Epic games e a EA. Em Bulletstorm você é Grayson Hunt um "pirata espacial" que faz parte de um grupo de elite chamado Death Echoes, eles trabalharam durante muito tempo para um coronel, até que finalmente tornaram-se desnecessários e foram despejados em um pedaço de fim de mundo chamado Stygia e o único modo de conseguir sair dali é, como ele mesmo gosta de dizer, matando seu caminho para fora.
Agora falando do jogo em si, Bulletstorm é um FPS totalmente frenético que se difere dos demais por ter como lema "Kill with Skill" que foi maravilhosamente traduzido como "Destrua com Estilo", mas o que verdadeiramente isso quer dizer? Simples, o jogo te deu de presente um planeta cheio de aberrações deformadas e maníacos assassinos e você tem a "triste e difícil" missão de matá-los da maneira mais brutal e diferente possível (ganhando os chamados Skillshots). Pra isso o jogo não deixa de ter inovações, primeiramente você tem seu chute, que ao acertar o inimigo o deixa em câmera lenta para que você tenha tempo para arquitetar a morte dele, e como o chute afasta os inimigos de você nada mais justo do que ter algo que os traga para perto, certo? Certo, para isso você tem o seu "chicote" que serve tanto para arremessar os inimigos para o ar quanto para simplesmente puxá-los para perto de você e é claro que o chicote também envolve o inimigo em um campo de Slow motion que deixaria até mesmo Zack Snyder feliz.
Ok, agora você sabe que tem algumas opções diferentes para posicionar seus inimigos, mas e as armas? A demo tem poucas, pra ser exato 3, porém todas elas possuem além da opção de tiro comum, uma opção de tiro carregado, o que lhe trás ainda mais opções para mortes cada vez mais divertidas e diferentes. Exemplos? Claro, chutar ou puxar seu inimigo para uma parede com "espinhos" lhe dá a morte Voodoo Doll, a mais clássica é puxar com o chicote, chutar o coitado e atirar nele o que lhe dá o Bullet Kick. Os mais sádicos podem gostar de atirar nos países baixos do inimigo e vê-lo rastejar de dor e ao colocar fim ao sofrimento do coitado ainda receber Mercy de bônus.
A Demo é curto e ocorre todo em um prédio demolido, mas já dá pra perceber que os cenários terão vários pontos onde você pode matar seus inimigos dos jeitos mais brutais possíveis. Apesar de uma demo curta com poucas armas o que o próprio jogo diz é a mais pura verdade, quanto mais você joga, melhor você fica e mais pontos você faz, o que torna o jogo ainda mais divertido. Tá, mas pra que tantos pontos? A cada Skillshot você ganha pontos, o que lhe dá a opção de desbloquear novas armas e melhorar as que você já tem, lhe dando a opção de novas mortes e assim vai.
A demo é bem divertido, o que me faz crer que o jogo também o seja fazendo dele compra certa pra quem é fã de FPS. A jogabilidade frenética, o estilo desbocado de um jogo que não tem medo de dizer que é um jogo (por vezes o Grayson fala que você caiu no planeta ou que ele é que vai lhe guiar pela demo), gráficos bonitos e coloridos para o padrão atual e diversão garantida para quem gosta de leaderboards fazem do game uma excelente surpresa, o único contra fica para a falta de um botão de pulo, que a encargo de um botão sensível a contexto, ou seja, só aparece quando o jogo acha que você deve pular.
Minha recomendação é, baixem o demo, joguem várias vezes e decidam se vale ou não a compra. Da minha parte, acho que o game realmente conseguiu cumprir o objetivo de "put the fun, back in the gun" e vale a compra, eu ainda estou me divertindo horrores com o demo e com as novas Skillshots que eu ainda estou descobrindo.
Esse texto foi originalmente publicado em 06/04/2020 no Quest da Vez. Quando eu vi Casa Organizada na lista de lançamentos eu imaginei que seria um Vida Organizada , só que focado na casa, e bom, é bem isso! Se tem uma coisa da qual os livros da Thais sofrem um pouco é que ela produz tanto conteúdo no blog do Vida Organizada que normalmente todas as resenhas culpam os livros de ter muito conteúdo que já está no blog e elas não estão erradas, ainda assim o livro é uma ótima forma de consumir esse conteúdo e tem muita gente que ainda não conhece o blog e vai acabar conhecendo por ter comprado o livro, então ta ótimo, essa parte pra mim não é problema algum, o que foi um problema pra mim nesse livro foi a repetição, mas também é "entendível" já que eu consumo diariamente o conteúdo do blog e talvez por isso achei tudo meio repetitivo... Casa Organizada vem trazer exatamente o que você espera, uma série de conceitos, checklists, exercícios e tarefas para te ajudar a colocar sua ...
Esse texto foi originalmente publicado em 24/07/2018 no Quest da Vez. Posso dizer que eu tive a chance de conhecer algumas pessoas muito talentosas na minha vida e uma dessas pessoas sem duvidas é o autor Everaldo Rodrigues. Conheci o Everaldo quando seus livros ainda eram só ideias e tive o prazer de ir acompanhando a evolução das ideias para contos e finalmente ver esses contos serem publicados e apreciados por muitos e no ultimo dia 29 de Junho ele lançou um livro que pra mim, até agora, é sua obra prima: O Capeta-Caolho contra a Besta-Fera! Nas palavras do próprio autor: " Sertão. Anos 30. É o auge do cangaço… Um lobisomem ataca, todo mês, a cidadela de Terezinha de Moxotó, no interior de Pernambuco. Sem ter a quem recorrer, o prefeito e Coronel Jesuíno de Cândida contrata o bando do cangaceiro Jeremias Fortunato Silveira, conhecido como Capeta-Caolho, figura aterrorizante, tão maléfica quanto o monstro que os ataca, na esperança de que o bandido terrível dê cabo da besta-fera...
Rabiscos... Apenas rabiscos... Mas rabiscos as vezes não são apenas rabiscos, as vezes eles contam uma história e eu sempre quis que os meus contassem uma história, o nome dessa história é Urban Sketching . Acho que tem muita gente que vai falar: "Queeee?" Pois é, Urban Sketching , basicamente a ideia é pegar seu sketchbook , uma banquinho, sentar em algum lugar da cidade e mandar ver no desenho, ai o que você vai desenhar depende de você, mas a ideia é que você pegue aquela cena que você está vendo ali e represente no papel, normalmente tem que ser rápido pra cena não mudar muito, né? Então a ideia é fazer rabiscos que gravem a cena no papel, trazer a história pra dentro dos rabiscos e os rabiscos pra dentro das histórias e com isso ter ali no papel um pouco do seu dia, um pouco da seu vida e principalmente um pouco desse mobiliário urbano que é tão maneiro. Eu fiquei maluco quando eu descobri isso, eu sou apaixonado por arquitetura, não por fazer mas pelas obras prontas, sa...
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