Drugue is Away…
Esse texto foi originalmente publicado em 2017 no Medium.
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| Olha o nível de nostalgia desses gráficos! rs |
Estava lá eu, navegando por páginas e mais páginas dessa nossa interwebs quando recebo uma notificação de um novo vídeo (esse vídeo), ele trás um joguinho que simula um messenger e você basicamente fica trocando ideia com a pessoa em diversos momentos da vida dos dois personages (começando no final do colegial e passando pelos anos da faculdade) e tomando as decisões de o que dizer a cada momento, o detalhe é que o clima de messenger, os temas tratados no game e o fato de você efetivamente ter que digitar para poder enviar as mensagens (pode digitar qualquer coisa, mas tem que bater as teclas pra aparecer a mensagem na tela) trazem uma sensação de nostalgia fantástica e eu já fiquei maluco com esse game, o tal de Emily is Away.
O game foi lançado em Novembro de 2015 e foi desenvolvido por Kyle Seeley, apesar de ter uma história um tanto quanto linear, a sensação de nostalgia que o game te trás é tão massa que eu joguei ele umas 10 vezes pra tentar fazer todos os finais possíveis. O game te joga de volta pra época em que você passava as noites na internet, compartilhando músicas, vídeos, “memes” e todas as “dores da vida de adolescente” (produção, solta Welcome to My Life do Simple Plan ai…rs), apesar de um pouco babaca as vezes a Emily tem ali uma certa “vida” e pela conversa você percebe que seu personagem tem um certo interesse na mesma e é ai que você entra de cabeça no game e meu, ele fica muito massa. Mas se não bastasse isso, há +/- um mês, estou eu de novo navegando pelas interwebs da vida e boom me deparo com esse vídeo e com Emily is Away Too, um sucessor espiritual do primeiro game e com muito mais recursos.
Em Emily is Away Too, além da própria Emily você também conversa com Evelyn e o divertido é que ambas tem personalidades bem distintas e a trama do jogo fica bem mais divertida com isso. A premissa inicial ainda está ali, você é um adolescente, no último ano do colégio e está levemente interessado nessas moças, e ai é só desenrolar a conversa, a diferença é que agora, além do messenger temos também links para o YouToob, o Facenook e até mesmo a transferência de arquivos para realmente compor a história e te arremessar de volta pra essa época, somando isso ao fato de que em certas ocasiões, ambas vão querer sua atenção e você vai ter um certo tempo para escolher e digitar as respostas para não deixar ambas putaças com você e tu tem um game ainda mais completo e complexo do que o primeiro, mas igualmente viciante.
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| Sim, esse é o visual do game em Emily is Away Too |
A história está ainda melhor nessa segunda parte e a interação com as duas e como a trama vai se desenvolvendo deixa tudo ainda mais divertido, agora você tem a chance de “se dar bem” com duas gurias, mas a chance de se dar mal é em dobro também. Eu confesso que virei a noite jogando esse game e fiquei muito satisfeito com o desenrolar dos fatos, só não joguei de novo ainda por que eu quero esperar “esquecer” um pouco pra entrar de novo de cabeça nesse mundo e sentir essa nostalgia de novo. Emily não é um daqueles games “obra prima” que mudam a história dos vídeo games, mas é um excelente jogo e diverte muito quem passou as noites em claro conversando no ICQ (ou MSN se tu for mais novo…rs) e como o primeiro game é grátis e o segundo custa módicos R$10,00 ele é acessível o suficiente pra que todo mundo possa experimentar essa experiência, eu recomendo muito, muito mesmo, mas como eu sou bem fã desses games em que você “entra no mundinho”, pode ser que isso esteja traindo meu senso de julgamento… Bom, ai é vocês que vão ter que me dizer… Acho que é isso… Vou ficando por aqui…
Drugue is away…


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